ah, ele é o máximo! – ela disse.
e sendo o máximo, permitiu-se ser o mínimo.
e quando quis ser o mínimo, encontrou o médio. tornou-se morno.
e sendo morno, ela não quis.
gosta dos extremos.
ah, ele é o máximo! – ela disse.
e sendo o máximo, permitiu-se ser o mínimo.
e quando quis ser o mínimo, encontrou o médio. tornou-se morno.
e sendo morno, ela não quis.
gosta dos extremos.
Então #fazcomo?
Ora, mas eu sempre acho que é melhor ser amado ou odiado do que indiferente… Eu gosto dessa lógica…
Os extremos podem ser mais atraentes, mas duram pouco. O morno perdura entre ambos, e sempre pode voltar ao forno.
Beijão!
R.
Oi!
Gostei daqui. Vou voltar. Passa lá também revisoradoprazer.blogspot.com
Já vi essa história antes.
ahahah
Beijos Driii